Saturday, September 30, 2006
Tuesday, September 26, 2006
O fim...
Não aguento mais... não aguento mais este blog, não aguento minha falta de amor, de apego por ele.
Vou voltar para o weblogger, pode ser impossível reaver o meu Insônia, mas tudo bem, pelo menos, vou voltar para um lugar que conheço, me dá ânimo. Essa é minha sina, meus blogs não duram, nunca duram, nenhum deles chegou a fazer aniversário.
O 1º morreu porque morreu seu propósito, o 2º morreu por que eu sou uma anta. Mas este, este sou eu quem vai matar.
Chega desse template sem ânimo, dessas cores que não me revelam, destas letras que não me descrevem...
Me esperem. Vou voltar pra casa, depois mando o endereço...
Mas...
Como último e derradeiro adeus, não posso simplesmente ignorar o fato de que por tempos ele me serviu. Então, vou terminar assim, com uma última notícia, uma feliz, que é pra mais uma vez determinar as diferenças entre nós dois. rs***
Bem, descendo a barra de rolagem, há mais abaixo a foto de um cara, de um cara que eu vi pessoalmente este fim de semana, e que, tudo que dizem dele, é absolutamente mentira. Porque ele é mais, muito mais do que dizem, se acham ele genial, ele provavelmente inventou a palavra gênio.
Dentre todas as coisas que eu esperava do show, ele cumpriu todas com uma maestria de quem, não por acaso, tem mais de 50 anos de carreira. Não fala, é verdade, no máximo diz obrigado, mas nem precisa, arranca aplausos só com a presença, cada musica é uma chuva de recordações pra cada um, se é pra mim que ainda sou novo, imagina para todos os mais velhos que se encontravam lá, mas a idade era indiferente, o homem na hora de arrancar suspiros da mulherada não respeita faixa etária.
Foi demais, valeu cada centavo, e não foram poucos! rs*** Mas valeu, iria de novo se pudesse, quem sabe não possa!
Mas... dentre todas as surpresas que esse show me reservou, dentre todas as musicas que eu imaginei que ele pudesse tocar, de longe, nem no meu mais remoto sonho, achei que ele tocaria essa aqui:
A História De Lily Braun
Edu Lobo/chico Buarque
Como num romance
O homem de meus sonhos
Me apareceu no dancing
Era mais um
Só que num relance
Os seus olhos me chuparam
Feito um zoom
Ele me comia
Com aqueles olhos
De comer fotografia
Eu disse cheese
E de close em close
Fui perdendo a pose
E até sorri, feliz
E voltou
Me ofereceu um drinque
Me chamou de anjo azul
Minha visão foi desde então
Ficando blue
Como no cinema
Me mandava às vezes
Uma rosa e um poema
Foco de luz
Eu, feito uma gema
Me desmilinguando toda
Ao som do blues
Abusou do scotch
Disse que meu corpo
Era só dele aquela noite
Eu disse please
Xale no decote
Disparei com as faces
Rubras e febris
E voltou
No derradeiro show
Com dez poemas e um buquê
Eu disse adeus
Já vou com os meus
Numa turnê
Como amar esposa
Disse ele que agora
Só me amava como esposa
Não como star
Me amassou as rosas
Me queimou as fotos
Me beijou no altar
Nunca mais romance
Nunca mais cinema
Nunca mais drinque no dancing
Nunca mais cheese
Nunca uma espelunca
Uma rosa nunca
Nunca mais feliz
Wednesday, September 20, 2006
Friday, August 25, 2006
A semana foi desesperadora, quase quis jogar tudo para o alto, meus últimos e leves dias de glória, ficaram na lembrança como se tivessem acontecido a tanto tempo... incrível como as coisas mudam.
Trabalho, muito trabalho. Horas e mais horas, desenvolvendo, criando, pensando... tempo que vai, tempo que encurta, prazo que atrasa, raiva que estica, chefe que fala, razão que manda ouvir. Deus me livre, Deus, me livra de mais dias assim?
Parece bobagem, sei que é, mas sou chorão mesmo, reclamão... é meu gênio. Fazer o quê?!
Minhas tão salvadoras aulas de fotografia, sim agora tenho aulas de fotografia, a única coisa que me interessa ultimamente, a única coisa que me desperta dessa realidade estressante. Fotos, retratos, enquadros... tudo parado, estático, estético, como as coisas deviam estar enquanto escrevo.
Quando o Carnaval Chegar - Chico Buarque
Quem me vê sempre parado, distante garante que eu não sei sambar
Eu tô só vendo, sabendo, sentindo, escutando não posso falar
Eu vejo as pernas de louça da moça que passa e não posso pegar
Há quanto tempo desejo seu beijo molhado de maracujá
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
E quem me ofende, humilhando, pisando, pensando que eu vou aturar
E quem me vê apanhando da vida duvida que eu vá revidar
Eu vejo a barra do dia surgindo pedindo pra gente cantar
Eu tenho tanta alegria adiada, abafada, quem dera gritar
Tô me guardando pra quando o carnaval chegar
Saturday, August 19, 2006
Cá estou eu... trabalhando em pleno sábado! Essa vida me maltrata! É verdade... é verdade... rs***
Pode até ser que trabalhar aos sábados não seja novidade pra muita gente, que eu sou nesse momento apenas mais um dos milhões que estão fazendo o mesmo agora... porém! Me dêem o direito de ser egocêntrico de vez em quando!
Ontém assisti, "Obrigado por Fumar", inteligentíssimo... e se você for ao cinema pensando que vai assistir a um daqueles filmes-documentários anti-tabaco, esqueça! A mensagem do filme não se resume em fume, ou não fume, e sim em; Seja você mesmo!
O fim de semana promete... hoje tem Teatro Mágico. Amigos de fora do estado de São Paulo, essa é uma banda que eu acho que todos vocês deviam conhecer. Mas, que ainda é um privilégio de poucos. "Só para raros".
Bom fim de semana...
Wednesday, August 16, 2006
satisfações
Desculpem o mutismo, o trabalho está me tomando os neurônios... e também o tempo! Semana que vem as coisas já terão voltado ao normal (espero! rs***), daí vou poder atualizar direito e visitar vocês...
Abraços
Valente
Tuesday, August 08, 2006
Sabe esse cara:

Então... tenho um ingresso para o show dele sabe?! rs***
Leve
Não me leve a mal
Me leve à toa pela última vez
A um quiosque, ao planetário
Ao cais do porto, ao paço
O meu coração, meu coração
Meu coração parece que perde um pedaço, mas não
Me leve a sério
Passou este verão
Outros passarão
Eu passo
Não se atire do terraço,
Não arranque minha cabeça da sua cortiça
Não beba muita cachaça, não se esqueça depressa de mim, sim?
Pense como eu vim de leve
Machuquei você de leve
E me retirei com pés de lã
Sei que o seu caminho amanhã
Será um caminho bom
Mas não me leve
Não me leve a mal
Me leve apenas para andar por aí
Na lagoa, no cemitério
Na areia, no mormaço
O meu coração, meu coração
Meu coração parece que perde um pedaço, mas não
Me leve a sério
Passou este verão
Outros passarão
Eu passo
